In memoriam de Joaquim Elias Jorge (1949-2008)
(10 de Abril de 1949- 13 de Fevereiro de 2008)
Raquel Romão
Valdemar Rodrigues
Partilha e Agradecimento
Há uma expressão que diz “ (Esta) pode ir para o Jornal “, isto quando se trata de um acontecimento admirável, perdoem-me a imodéstia, mas não fico bem se não partilhar com os leitores o que mais me surpreendeu até hoje: A morte do meu marido Joaquim Elias Jorge.
Como pessoa de Fé que sou, acredito na vida eterna mas, quando a seis de Outubro de 1974 prometi viver unida a ele até que a morte nos separe, nunca pensei que esta separação chegasse após curtos 33 anos… daí o meu espanto.
Peço aos leitores para me incluírem nas vossas orações para eu poder vencer esta provação.
Tenho recebido as maiores palavras de carinho e apoio, acredito no amor e na amizade, sabia que tinha muitos amigos mas, ainda me surpreenderam com o sacrifício que fizeram para de algum modo me mostrarem solidariedade.
Ao ver amigos que se deslocaram de perto ou longe desde o Algarve, Alentejo, Montijo, Lisboa, Coimbra, Braga… foi comovente, não tenho palavras para agradecer a todos sem distinção do mais novo ao mais idoso.
Os amigos do meu marido são meus amigos e sei que nenhum me leva a mal por destacar apenas três: O Sr. Conogo José Traquina (que veio de Lisboa presidir à celebração), à Raquel e ao Dr. Valdemar que presenciaram de perto este amargo desfecho.
Eterna gratidão a todos.
Ele estará sempre a dar-nos força junto de Deus e como eu disse no dia da celebração fúnebre:
Não é um adeus, é simplesmente até já!
Rosa Carreira Jorge
Como pessoa de Fé que sou, acredito na vida eterna mas, quando a seis de Outubro de 1974 prometi viver unida a ele até que a morte nos separe, nunca pensei que esta separação chegasse após curtos 33 anos… daí o meu espanto.
Peço aos leitores para me incluírem nas vossas orações para eu poder vencer esta provação.
Tenho recebido as maiores palavras de carinho e apoio, acredito no amor e na amizade, sabia que tinha muitos amigos mas, ainda me surpreenderam com o sacrifício que fizeram para de algum modo me mostrarem solidariedade.
Ao ver amigos que se deslocaram de perto ou longe desde o Algarve, Alentejo, Montijo, Lisboa, Coimbra, Braga… foi comovente, não tenho palavras para agradecer a todos sem distinção do mais novo ao mais idoso.
Os amigos do meu marido são meus amigos e sei que nenhum me leva a mal por destacar apenas três: O Sr. Conogo José Traquina (que veio de Lisboa presidir à celebração), à Raquel e ao Dr. Valdemar que presenciaram de perto este amargo desfecho.
Eterna gratidão a todos.
Ele estará sempre a dar-nos força junto de Deus e como eu disse no dia da celebração fúnebre:
Não é um adeus, é simplesmente até já!
Rosa Carreira Jorge
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