terça-feira, junho 16, 2009

1º Encontro Rosa Esperança. Será em Fátima, no dia 21 de Junho






Vai ser um dia memorável... não faltem.

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sábado, maio 23, 2009

Poema para a Teresa Elias


Até à Eternidade, Teresa


O que somos nós nesta vida?

Muito fracos disso tenho a certeza,

Jamais venceremos a morte

Mesmo lutando com toda a esperteza.


A lei para nós humanos,

Seria morrer velhinhos

Mas, o Senhor Supremo diz:

Que não mandamos sozinhos.


Ó amor da minha carne,

A tua vida foi um sofrimento…

Aceitaste esse caminho e luta,

Com muito pouco lamento.


No ano passado foi

O teu pai que nos deixou,

Agora partiste tu,

Na terra, mais pobre estou.


Sei que sou egoísta,

Mas, sei que Deus faz o melhor

Pois se continuassem a sofrer

Seria, para todos, muito pior.


Mas, ao mesmo tempo,

Venho aqui perguntar,

Que quer Deus de mim,

Ao fazer-me, por isto, passar?


Muito havia para dizer,

Já não sei o que pensar,

Peço ajuda ao Senhor

Para O continuar a amar.


Só me resta agradecer aos amigos,

Não fazendo nenhuma excepção.

Obrigada pela vossa solidariedade,

Para todos, um grande chi-coração!


Rosa Carreira Jorge

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sábado, fevereiro 14, 2009

Evocação de Joaquim Elias Jorge

Fonte da imagem: aqui.

Evocar a figura de Joaquim Elias Jorge (10 de Abril de 1949 – 13 de Fevereiro de 2008) é um acto simultaneamente fácil e difícil: Se é com prazer – e com a consequente facilidade – que se fala de um Amigo, é também com enorme incomodidade que verificamos que as palavras ficam sempre muito àquem daquilo que foi a sua postura perante a vida, em suma, daquilo que foi o seu exemplo.

No início de 1971, encontrava-me na bonita cidade de Nampula, em Moçambique, pode dizer-se que, «como peixe na água». Ao cabo de dois anos de comissão militar, o serviço era agora menos apertado, pois estava a passá-lo gradualmente para o meu substituto, que tinha acabado de chegar e já se encontrava em funções. Por isso, já podia terminar tranquilamente o meu curso de pilotagem que iniciara uns meses antes no Aeroclube de Nampula; mesmo assim, ainda havia tempo para passear por toda aquela inesquecível zona, deslumbrante e estranha na sua riqueza paisagística, acolhedora na afabilidade das suas gentes.

Não tinha pressa em regressar. Nampula tinha-se tornado numa cidade muito movimentada. Sede do comando militar e do seu quartel-general, aqui afluíam milhares de militares de todas as proveniências e para todos os destinos. Nesse numeroso conjunto, um «velho» amigo e condiscípulo recém-chegado a Moçambique deu-me o privilégio de conhecer o Joaquim Elias Jorge com quem viajara, no paquete «Infante D. Henrique» de Lisboa para Lourenço Marques, hoje Maputo, e em avião «Boeing 737» das Linhas Aéreas Locais (DETA), desta cidade para Nampula.

Fonte da imagem: aqui.

Uma das primeiras características que observei no Joaquim Elias Jorge foi a sua enorme curiosidade por tudo o que o cercava. A sua paixão pelos aviões decorreu do «baptismo de voo», a tal viagem em «Boeing 737», até Nampula, com escala pela Beira, ao lado do citado «velho» amigo, o Vaz Palma, já nessa época um piloto experimentado e um magnífico comunicador. Mas a vivacidade do espírito de Elias Jorge não se ficou por aí.

Chegado a Moçambique, cedo se apercebeu de que tudo aquilo que a sua perspicaz retina captava tinha de ser registado. Dedica-se então, com todo o entusiasmo, à fotografia, onde denota um apurado sentido estético. O rigor formal preocupa-o, mas sempre com a mente naquilo que mostraria ao longo de toda a sua vida: poder dar aos outros algo de si próprio. Que significado podia ter a fotografia para uma mente tão generosa se não pudesse partilhar aquilo que tanto o sensibilizava? Com efeito, ao mesmo tempo que reunia um valioso espólio fotográfico, sonhava com a possibilidade de poder expô-lo, após o seu regresso de Moçambique. Mas como o tempo passado no meio de amigos corre, depressa chegou o mês de Maio que me trouxe de volta, mal pensava eu que, em Dezembro de 1972, iria iniciar outra comissão, novamente na cidade de onde saíra: Nampula.

A satisfação era grande por ir reencontrar alguns dos amigos que deixara um ano e meio antes. O Elias Jorge mantinha a curiosidade que já evidenciara pela terceira dimensão, mas agora tudo era mais consistente, por via das demoradas conversas com o Vaz Palma sobre assuntos aeronáuticos, das muitas horas passadas no Aeroclube de Nampula e das «voadelas» nos seus aviões. Dentro das poucas horas de merecido descanso, a fotografia continuava a apaixoná-lo. Como se as 24 horas do dia fossem elásticas, ainda se deixou seduzir por outra actividade, o tiro desportivo, modalidade que praticou com resultados assinaláveis. Sem desprimor para outras modalidades desportivas, no tiro cada praticante compete consigo próprio, longe dos aplausos dos estádios cheios. É um desporto para pessoas discretas, como ele sabia ser.

Esta minha segunda ida para Moçambique despertou-me o interesse pelo coleccionismo de conchas marinhas, motivado pela proximidade de um litoral muito rico e pelo exemplo de um familiar que no mesmo local, uns anos antes, reunira um importante e diversificado acervo. Este meu interesse contagiou o Elias Jorge. Estou a ver a sua satisfação durante as nossas «expedições» à ilha de Moçambique. Agora não era só o património arquitectónico e o contacto com as pessoas aquilo que estava no seu pensamento: era também o desbravar de um mundo subaquático muito diferente daquele que observara nas nossas águas temperadas. Não esqueço que a Cypraea vitellus que tenho na minha colecção foi apanhada por ele. E não esqueço sobretudo o genuíno contentamento que manifestou ao saber que ainda não tinha aquela espécie.

Fonte da imagem: aqui.

Entretanto, o Elias Jorge completa os seus dois anos de comissão, deixa Moçambique deixando também um sentimento de saudade nos muitos amigos que, com facilidade, reunia à sua volta. Nas infindáveis conversas que mantínhamos estava sempre presente a partilha de experiências, onde o Elias Jorge mostrava a sua disponibilidade para aprender sobre os temas em que não era tão versado, como o entusiasmo para ensinar sobre os assuntos em que os seus conhecimentos eram profundos. Estou a lembrar-me, por exemplo, de o escutarmos com agrado e atenção, sobre as técnicas de enxertia entre muitos outros assuntos ligados à agricultura.

Os momentos de convívio que mantivemos após o meu regresso, embora espaçados pelos condicionamentos que a vida nos impõe, foram sempre momentos vividos com intensidade, quer na sua casa, quer na minha. A boa disposição nunca faltou, mesmo se falássemos de assuntos que nos preocupavam: a serenidade e resignação com que aceitava todas as vicissitudes da vida eram surpreendentes; a preocupação com o bem-estar dos outros, uma constante.

Ao pé do Joaquim Elias Jorge, ninguém se podia sentir infeliz. Nunca é demais sublinhar, por isso, o seu lema de vida: «FAZEI-ME O FAVOR DE SERDES FELIZES».

Fonte da imagem: aqui.

Uma vez, em sua casa, olhou para os meus netos e pensou naquilo que, pude adivinhar, lhe ia na mente: falta, aos miúdos da cidade, uma percepção mais nítida da natureza. Disse-me então: – leva lá estas duas favas, arranja um vaso, põe cada um a semear e a cuidar da sua planta e convida-os a acompanhar o respectivo nascimento e desenvolvimento. Assim foi e a partir daí, todos os anos cumprimos o «ritual» que começa em Novembro e termina em Abril. O Guilherme, dizia-me, dentro do espírito infantil próprio dos seus três anos: – avô, a flor da fava parece uma zebra. Que observação! Realmente, no exuberante mundo da Natureza, a flor da fava, tal como a zebra, são das raras entidades que se mostram na sua singeleza do preto-e-branco. Assim, uma proposta carregada de Pedagogia, deu lugar a uma atenta reflexão. Não nos esqueçamos de que, antes de cumprir o serviço militar, o Elias Jorge fora professor de Trabalhos Oficinais na Escola Industrial e Comercial de Estremoz, cidade alentejana que também o apaixonou. Mostrava-o claramente pela vivacidade com que recordava essa página do volumoso livro que foi a sua vida.

O desaparecimento físico do Joaquim Elias Jorge constituiu uma perda irreparável para os familiares e também para os inúmeros amigos que deixou. Todavia, para mim que acredito, como ele acreditava, numa vida para além da vida, a dor é atenuada pela certeza de que o seu espírito estará em bom lugar!

José Manuel Pedroso da Silva

[zedaota@gmail.com]

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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

1 Ano de Saudade...



Já faz um ano

A treze de Fevereiro

O dia que deixaste de ser

O nosso companheiro


Porque os anos de vida

Tinham de ser tão poucos?

Só pela nossa fé em Deus

Os porquês não nos deixam loucos.


Da tua partida repentina

Só Deus sabe a dor.

Mas está sempre connosco

A tua dedicação e amor.


Sabes bem que a tua falta

Deixou a nossa alma penosa.

Mas roga junto de Deus

Pelos teus amores João, Teresa e Rosa.


Rezaremos pelo teu descanso eterno

Celebrando Missa no Mosteiro de Cós

Às dezanove horas de dia treze de Fevereiro

Que a Deus e aos amigos, chegue a nossa voz.


Rosa, Teresa e João Elias

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quinta-feira, fevereiro 12, 2009

O TERRA DE PAIXÃO, e o seu criador MÁRIO BERNARDES, estão de PARABÉNS!!!

Está de PARABÉNS (5 anos!) esse incontornável blog alcobacense que é o TERRA DE PAIXÃO, do nosso amigo Mário Bernardes. E venham mais cinco, como dizia o Zeca....

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quarta-feira, dezembro 31, 2008

RECEITA DE ANO NOVO: UM POEMA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Fonte da imagem: aqui.

Foi o José Alberto Vasco que escolheu, e o Bazar das Monjas recomenda, esta magnífica...


RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa

fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

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quinta-feira, dezembro 25, 2008

Poema de Natal

Fonte da imagem: aqui.

Partilhamos convosco o poema de Natal que nos foi oferecido como prenda pelo Paulo Ferreira Borges, esse grande poeta bem vivo do nosso concelho.

À
MESA INTENSA DOS ENCONTROS

O Natal vem da infância do tempo, é uma criança

com coração de estrela prometida e um desejo

mais ardente, embalado no berço das promessas.

O Natal chega alado na bruma de Dezembro,

uma asa de temperança outra de esperança

e um frémito branco a lastrar no sorriso.

Chega com seus passos transidos de frio

e traz na mão a calentura dos afectos

e entra pela porta calada da meia-noite

que é uma chaminé de demoras abissais.

O Natal chega e senta-se à mesa intensa dos encontros.

Tem o aroma das filhós e das azevias,

um leve travo a lenha consumida

e conta histórias antigas de avós meninos

e tem nome de pai e ternura de mãe

e ar de brincadeira de irmão mais novo

e palavras de amigo que se guardam para sempre.

É menos feliz, visto de tão perto, o Natal,

uma pequena lágrima rola-lhe ao canto do olho,

com o brilho de uma dor e a cor que escurece as fomes.

Um pianíssimo coro de vozes mínimas entra,

como um arrepio, por nós adentro e ninguém,

ninguém se atreve a ignorar os meninos agachados na sombra.

O Natal chega. Aconchega. Convida.

Dura apenas o tempo de uma vela

ou a eternidade imponderável de uma memória!

Paulo Ferreira Borges

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domingo, novembro 02, 2008

Blogue "Do Portugal Profundo" do Alcobacense António Caldeira Comemora Quinto Aniversário

ALCOPÁZIO BAR APRESENTA MANO A MANO MAIS MANO A MANO DE SEMPRE EM ALCOBAÇA!

Blog Nas Faldas da Serra, de José Alberto Vasco

A aposta desta semana é o muito aguardado Dj Set Mano a Mano entre os Dj's alcobacenses CÉSAR VASCO & JOSÉ ALBERTO VASCO, que será apresentado em ALCOBAÇA, no ALCOPÁZIO BAR, no próximo sábado, 8 de NOVEMBRO, a partir das 24 horas. Será, certamente, O MANO A MANO MAIS MANO A MANO DE SEMPRE EM ALCOBAÇA e o mínimo que se poderá prometer é que nessa noite poderá valer tudo menos tirar olhos, em termos musicais, claro está... Pequenas amostras do gosto pessoal de cada um daqueles Dj's poderão ser recolhidas em:
DJ JOSÉ ALBERTO VASCO.
Promete ser sempre a abrir, mesmo nas curvas! É de ir!

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quarta-feira, maio 07, 2008

Cantinho da Poesia

Uma leitora assídua do nosso blog, a Fany, enviou-nos dois poemas muito belos que decidimos partilhar aqui convosco. Eles representam um hino à defesa e valorização do nosso ambiente. Obrigados à Fany pela sua amizade, e votos de que continue a dar às palavras esse sentido essencial de beleza de que tanto vamos precisando...


DOCE LAMENTO

Num cantinho abençoado
Pertinho da beira-mar
Vivia uma donzela,
Muito alva e muito bela,
Translúcida ao seu olhar

Ela, era a FONTE,
Formosa no seu cantar!
Suas lágrimas corriam,
Deslizavam e fugiam,
De amor e de pesar.

Outrora fora muito amada
Por namorados, aos pares.
Hoje está bem desprezada,
E já nem é visitada,
Não ouvem os seus cantares.

E um dia...
Chorou,
Chorou,
Até que quase secou.

O velho RIO ali perto
Escutou o seu lamento
E ofereceu suas águas
Para calar esse tormento.

Doce rio, eu te agradeço.
Mal te ouço, estás doente?
Que é feito do teu vigor,
Das tuas margens em flor
Dos risos na nossa gente?

Afastaram-se de mim
Não sirvo para mais nada
Estou sujo e abandonado,
Nunca fui tão humilhado,
Saudades da criançada!

Junta-te a mim e cantemos
Alguém nos irá ouvir
Pois tudo o que nós queremos,
É tão pouco, bem sabemos
É voltarmos a SORRIR!


FEITIÇO

O Sol perguntou à Lua
Se o queria namorar
Mas a Lua que é matreira,
Pensou que era brincadeira,
E fugiu no seu luar...

O de Agosto?
É que nem pensar!
Pois um luar como esse,
Qualquer planeta agradece,
E faz o Homem sonhar.

E o Sol perguntou à Terra
Pela sua bela amada.

E a Terra já zangada,
Responde de voz irritada:

A Lua?
São fases...
Ela brinca aos namorados,
Deixa-os bem enfeitiçados,
E depois fá-los lunar...

Nem queiras experimentar!

Mas o Sol enfeitiçado
Não acata este recado
E murmura enamorado:

Vem daí sua marota
Não me deixes a sofrer
Vou perder o meu calor
Com falta do teu amor
Deixo a Terra arrefecer!

Arrefecer?
Julgas-me mal informada!
Quem é que anda “lunário”,
Neste sistema planetário,
E deixa a Terra queimada?

E como és temperamental
És o causador principal
Do aquecimento global!


Com esta ausência de amor
O Sol toldou-se de rubro
Fica bem incandescente,
Zanga-se com toda a gente,
E faz diabruras ao Mundo.

Então a Terra interveio
Para evitar calamidades.
Chamou os dois à razão
E disse algumas verdades:

Deixem de lado as vaidades!
Não deixem os homens sofrerem
Nem fauna e flora morrerem
Devido às vossas maldades

E desde então...

Sol a Lua de mãos dadas
Interagem com saber
E como respeitam a Terra
Prometem tudo esquecer
Não querem de modo algum,
Ser causadores em comum
Ver o Mundo perecer.

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quinta-feira, março 20, 2008

UMA PÁSCOA FELIZ PARA TODOS!

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sábado, fevereiro 02, 2008

Visitas ao blog do Bazar das Monjas de Coz

Desde que, no início de Dezembro de 2007, instalámos neste blog a plataforma medidora de audiências do Sitemeter, pudemos constatar com grande alegria, e alguma surpresa - convenhamos - a grande afluência de visitantes ao blog. Foram desde então 3 475 visitantes, com um tempo médio de permanência de um minuto e quarenta, como se pode ver na imagem abaixo retirada do Sitemeter (carregue sobre ela para ampliar). O que resulta numa média de 94 visitantes por dia, oriundos dos mais diversos pontos de Portugal (a grande maioria são visitantes nacionais). Estes números aumentam a nossa responsabilidade, e tudo faremos para continuarmos a merecer a vossas visitas. Muito obrigados a todos!

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terça-feira, dezembro 25, 2007

Feliz Natal!

O Bazar das Monjas deseja a todos os seus amigos e visitantes um Santo e Feliz Natal e um revigorante Ano Novo de 2008 com paz, esperança e muita saúde!

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segunda-feira, dezembro 03, 2007

Teresinha. O Bazar está contigo, e tu estarás sempre connosco! Vê lá mas é se te despachas daí para fazermos a árvore de Natal

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sábado, dezembro 01, 2007

Ao Bazar

Não podia deixar passar o dia de hoje, sem deixar uma palavra amiga a vocês estão ai, no Bazar das Monjas.
O dia de hoje não é mais doque sinónimo de uma capacidade de trabalho á qual o Bazar das Monjas nos tem habituado.
A abertura de outra exposição, é o resultado do trabalho que se tem feito de á uns tempos a esta parte. Por muito que possa parecer que não é compreendido, ou que não é aceite, o resultado é que se fala do Bazar das Monjas e do trabalho que este desenvolveu, ou está a desenvolver.
Desta vez, não contribui pessoalmente para este novo projecto, mas mesmo á distância estou com vocês e decidi deixar ai esta "força" para que tudo vos corra bem.

Ao Bazar das Monjas de Cós

Teresa Elias

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sábado, abril 07, 2007

Uma Páscoa Feliz para Todos!

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sábado, março 24, 2007

Inauguração do Armazém das Artes em Alcobaça

Este dia 24 de Março de 2007 ficará para a história de Alcobaça. A inauguração do magnífico espaço do Armazém das Artes marca a entrada em cena, por iniciativa desse grande Homem e Artista de dimensão universal chamado José Aurélio, de uma alternativa de altíssima qualidade à programação cultural da cidade, nos últimos anos dominada pela matriz estatizante levada a cabo pela Câmara Municipal de Alcobaça (CMA). Espera-se agora a tão necessária cooperação e coordenação de esforços em matéria de política cultural. A CMA não se fez representar na cerimónia de inauguração, o que foi pena. Ficará também para a história este gesto pouco digno, mas que poderá também marcar o início de uma viragem política importante à escala local. Esperamos sinceramente que para melhor. Alcobaça merece-o. Que este espaço sirva de local de convergência para as muitas pessoas e organizações da chamada "sociedade civil" que nunca deixaram, mesmo quando os apoios públicos foram escassos ou até nenhuns, de fazer alguma coisa pela Cultura, por Alcobaça e por Portugal. Local de encontro do nosso melhor, sem olhar às diferenças ou às origens. A Arte é eterna e universal, e até aquelas estátuas consumidas pelo tempo ou pelos acidentes da História, adquirem uma particular beleza, como muito bem o disse Yourcenar. Porque as obras de arte possuem essa magia própria que as faz separar-se do mundo, e não apenas dos seus criadores. Separar-se até da História e dos seus acidentes. De outra forma como poderiam por exemplo os pelourinhos ser belos?




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quarta-feira, janeiro 03, 2007

E NÃO SÃO SÓ OS GIFT QUE NOS FAZEM SERTIR ORGULHOSOS...O ANTÓNIO DELGADO TAMBÉM!

"A estética da morte em Portugal, do nosso conterrâneo António Delgado, em entrevista ao diário espenhol El Pais:

Antonio Delgado (Alcobaça, Portugal, 1958) se doctoró en la Facultad de Bellas Artes de la UPV con una tesis titulada Estética de la muerte en Portugal, lo que le ha convertido en el primer portugués que obtiene este título en la universidad pública vasca. Recientemente estuvo en Vitoria, invitado por la Asociación de Amigos del Museo de Bellas Artes y Artium (AMBA), para impartir el curso El arte y la muerte: formas para el recuerdo, en el que disertó sobre la indudable influencia que el fin de la vida ha tenido en la representación artística, como muestran los testimonios de la civilización actual y de tantas pasadas...

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THE GIFT - O NOSSO ORGULHO!

Num mundo cada vez mais globalizado, são pessoas como estas que nos fazem verdadeiramente falta. E que bom que é elas existirem! É mais do que devida uma homenagem a quem nos dá orgulho de sermos alcobacences e alento para irmos continuando por cá a apostar na nossa terra: os magníficos The Gift! Só é pena não haver quem lhes chegue aos calcanhares, políticos por exemplo...


Talvez seja uma heresia o que vamos dizer, mas é nosso dever confessar o que sentimos: Os The Gift, que até já nos deram por mais de uma vez a honra de uma visita, fizeram mais por Alcobaça em meia dúzia de anos do que todos os políticos locais juntos nos últimos trinta! E não nos levaram nada por isso!!! Bem-hajam pois e que a vida os leve aonde desejam. Porque merecem TUDO DE BOM!

OBRIGADOS PELA ENORME FELICIDADE QUE NOS DÃO!

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quinta-feira, dezembro 21, 2006

Feliz Natal!

O Bazar das Monjas deseja aos seus Clientes e Amigos um Santo e Feliz Natal, com Votos de um Próspero Ano Novo. Bem-hajam !

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